terça-feira, 16 de agosto de 2016

Artigo Publicado na Revista Conteúdo

Psicologia e Ambiente de Trabalho: os impactos para a saúde do trabalhador das áreas técnico-administrativas no segmento de ensino privado.




Psicóloga Rafaela A. Pedot CRP 07/24909 e Psicóloga Samanta Girardelo

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

CURSO PARA MAMÃES, GESTANTES E INTERESSADAS
Desenvolvimento do bebê e sua relação com os pais

Maiores informações e inscrições: psicologarafaelapedot@gmail.com ou josianelopes.psicologa@hotmail.com



segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

UMA BOA FAXINA DE FINAL DE ANO!

Mera formalidade, a vida e o tempo ignoram o calendário, mas gostamos de fechamentos e conclusões. Final do ano sempre sugere limpeza, descarte, reforma, mudança de ares e vibes.

A faxina da casa é a parte mais fácil. Descartamos aquelas coisas de cozinha que compramos prometendo uma inovadora utilidade e jamais usamos; jogamos fora revistas, jornais, etiquetas e notinhas fiscais; doamos livros, roupas, bibelôs e outras tranqueiras que, por final concluímos que só serviram para acumular poeira. O ambiente se renova, a casa fica mais aliviada, parece que tudo vai andar bem no novo formato e pensaremos duas vezes antes de comprar tudo de novo…
Então, chega o momento do check list das pendências, promessas, compromissos e sentimentos empoeirados e acumulados na estante pesada. Por onde se começa uma limpeza como essa? De onde retirar coisas, de modo que a estante não se desequilibre e tombe com tudo por completo?
Abolir o mais pesado pode parecer um grande alívio, mas, se por um segundo isso escorrega, o estrago será grande!
Melhor começar pelas poeirinhas que voam, aquelas que pensamos que já foram, mas que, quando viramos as costas, pousam novamente nos móveis e em nossas consciências.  As poeirinhas teimosas das implicâncias, desejos de revanche, invejas e ciúmes descabidos, tantas vezes sutis, mas que causam grandes e sofridos estragos.
Feito isso, uma boa ideia seria aspirar todas as palavras que não foram ditas, as brigas internas, as discussões ensaiadas e jamais travadas, os insultos e difamações cogitados em momentos mais tensos. Aspirar e liberar, esvaziar o coletor.
Por fim, para clarear e perfumar novamente o que já andava cinzento e sem vida, distribuir, mesmo que em pensamento, todos os votos possíveis de saúde e paz aos desafetos,  compreensão aos mais difíceis, paciência, entusiasmo, criatividade e muita vontade de viver a nós mesmos e a todos os que pudermos afetar com o nosso convívio.
E, com a faxina em progresso, já seremos capazes de olhar através das vidraças do próximo ano, que promete ser exatamente do jeito que lidarmos com ele. Que comece limpo e claro!
Fonte: http://www.contioutra.com/uma-boa-faxina-de-final-de-ano/#ixzz3wInrOGjD


Psicóloga Rafaela A. Pedot

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

VOCÊ TEM FOME DE QUÊ?

Apesar das questões genéticas serem umas das causas da obesidade infantil, alguns estudiosos do campo da Psicossomática refletem sobre o papel do estresse pré-natal no aumento do risco de obesidade na infância.

"A gente não quer só comer. A gente quer prazer pra aliviar a dor.." (Titãs)

      A prevalência da obesidade infantil vem sendo considerada uma epidemia mundial, sendo um grave problema de saúde pública de origem multifatorial, mas com uma forte associação ao estilo de vida e hábitos comportamentais promovidos por uma cultura de consumo exacerbado, alimentação fast-food e sedentarismo.
        Segundo dados da Organização Mundial da Saúde(OMS), estima-se que cerca de 42 milhões de crianças abaixo dos cinco anos de idade estão obesas no mundo. No Brasil, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cerca de 30% das crianças estão acima do peso e 15% já são consideradas obesas.
        Para a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), a mudança de comportamento é uma das formas mais importantes para a construção de uma saúde melhor, reduzindo doenças, incapacidades e morte prematura ao longa da vida. As estratégias preventivas baseadas na modificação do estilo de vida, através de intervenções psicossociais, cientificamente embasadas, podem controlar a expansão das doenças crônico-degenerativas, das doenças relacionadas ao estilo de vida e á saude mental, lesões e violência. Ainda segundo a OPAS, o desenvolvimento infantil é um momento critico para as intervenções educacionais e de saúde. 
        De acordo com o grupo de trabalho para os fatores psicológicos afetando condições médicas da Associação Americana de Psiquiatria, o problema mente-corpo ainda é uma questão mais desafiantes para as ciências comportamentais e da saúde. embasadas em um ultrapassado modelo dualista. É primordial o desenvolvimento de um modelo biopsicossocial e salutogênico, que possa abarcar uma visão de saúde integrativa e mais humanizada.

A prevalência da obesidade infantil vem sendo considerada uma epidemia mundial, sendo um grave problema de saúde pública.

         Apesar das questões genéticas serem umas das causas da obesidade infantil, alguns estudiosos do campo da psicossomática refletem sobre o papel do estresse pré-natal no aumento do risco da obesidade na infância. 

Importante ressaltar que os sintomas do estresse infantil podem ser diferentes dos observados em adolescentes e adultos.

        " Você tem fome do quê?..." é uma das formas de refletir sobre quais necessidades reais estão deficitárias no ambiente fisico e emocional em que se desenvolvem as crianças, podendo gerar um comportamento alimentar inadequado, com o aumento do risco de sobrepeso e obesidade infantil.
           Enquanto o impacto psicológico na obesidade infantil vem sendo objeto de estudo das ciências médicas e do comportamento humano, é fundamental refletir sobre a constatação crescente do aumento da obesidade nas crianças. O alimento que deveria nutrir e capacitar a criança para uma vida plena e saudável acaba adoecendo o corpo, a mente e as emoções. O perigo de associarmos brinquedos e heróis ás marcas de fast-food é iludir as crianças, que consomem mais do que alimentos, mas mas valores culturais questionáveis e incertos. Talvez o sucesso dos alimentos exageradamente intensos no sabor seja apenas uma substituição comportamental de segunda linha, para a falta de tempo e dedicação afetiva dos pais cansados pelas longas jornadas de trabalho, cronicamente estressados, e também vítimas de uma sociedade que alimenta frustrações e expectativas ilusórias.
         
           No futuro, talvez os pais devam perguntar:
           - Filho, você tem fome de quê?



Fonte: Revista Psique - (Armando Ribeiro das Neves Neto)

Psicóloga Rafaela A. Pedot


quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Palestra sobre meios de comunicação na atualidade



Na tarde do dia 27/10/2015 ministramos uma palestra na escola Érico Veríssimo, no município de Carazinho, neste encontro foi abordado o assunto da mídia, seus meios de comunicação e o cuidado que crianças e adolescentes devem ter com a exposição nestes meios de comunicação. Agradecemos a oportunidade e o aprendizado junto à escola!

Psicólogas Rafaela A. Pedot e Tais Helena Kayser