quarta-feira, 21 de outubro de 2015

A IMPORTÂNCIA DO PSICÓLOGO NO TRATAMENTO DE CÂNCER

         


      Ter alguém que possa ouvir os sentimentos e as percepções, o choque frente ao diagnóstico do câncer, auxiliar no enfrentamento da doença é de extrema importância, no momento em que mais se precisa.  Muitas vezes os pacientes não encontram respostas, surgem muitas dúvidas, muitas questões acerca da mudança de rotina que terão, será um mundo novo e desconhecido pelos mesmos.
       Após o diagnóstico de câncer, surge os mais diferentes sentimentos, como tristeza, raiva, angústia, ansiedade, e pensamentos como medo do que seus familiares podem pensar. As mudanças dos planos de vida e de emprego, a ansiedade do futuro com diversas incertezas. Portanto, o sujeito necessita de um bom profissional para esclarecer dúvidas á respeito da doença. desatar seus nós, ter um acompanhamento psicológico, onde possa falar de suas dores, sofrimentos e angústias, fazendo toda a diferença ao se deparar com esta doença.
        O câncer, hoje, não é mais considerado um tabu, está deixando pra trás seu estigma de associação com a morte. É importante que as pessoas tenham conhecimento sobre seu tipo de câncer, sobre os tipos de tratamentos, e sobre a importância da psicologia no tratamento do mesmo, e que para tanto, existem novas formas de trabalhar o enfrentamento da doença oncológica. Os sentimentos dos pacientes necessitam de muita atenção, devido a dor psíquica que muitas vezes um diagnóstico de câncer e o tratamento causa.
          O diagnóstico traz sofrimento á família do paciente, diversos sentimentos, inicialmente são despertados tanto no paciente, quanto na família. É muito dolorido para os mesmos, acompanhar todo o sofrimento do paciente e as fases de tratamento da doença. Mas é muito importante este apoio, e principalmente o acompanhamento de um profissional da psicologia.

Psicóloga Rafaela A. Pedot 

terça-feira, 20 de outubro de 2015


Vídeo: Drogas e Cidadania: Conselho Federal de Psicologia

- A internação compulsória não é a melhor saída para usuários de drogas, pois isola este da sociedade, e as chances de cura são poucas, pois o isolamento dificulta a melhora destes usuários;

- Devemos tratar a causa e não só o sintoma. Ficar atentos aos motivos que levaram este usuário a fazer uso de drogas ou álcool;

- Portanto este precisa de uma rede de ajuda, de apoio familiar e psicológico;

- O usuário precisa estar ciente que vai partir dele a iniciativa maior de cessar o uso;

- Estratégia do Sistema Único de Saúde: 

Tratamento aberto: O paciente é consciente do seu estado, contando com uma rede de apoio e de convívio com a comunidade.


Psicóloga Taís Helena Kayser 



sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Mercado de Trabalho exigente, e a saúde mental

      


     Com o mercado de trabalho cada vez mais exigente e competitivo, o homem necessita se aprimorar e entrar nesse contexto, em busca do aperfeiçoamento. Caso contrário ficará para trás e outras pessoas preencherão seu cargo. Mas não é só necessário ter um bom currículo, precisamos nos adaptar a sociedade com o que ela vai querer de nós. E para entrar no mundo do trabalho, é necessário moldar as características pessoais de cada sujeito, para melhor se adaptar. Portanto salientamos que em um mercado de trabalho cada vez mais concorrente, o mais importante é o "currículo" e o que o sujeito passa para o entrevistador. O diferencial que o sujeito tem para colocar dentro da empresa, mas, contudo contando com suas atitudes e características. O mercado de trabalho, não vai selecionar qualquer pessoa interessada em um emprego, mas sim, aquelas que estão verdadeiramente aptos para o cargo. Devido a isso a importância de se aprimorar.
       Cabe pensar e analisar, pois com todas as exigências da sociedade, o estilo de vida acaba mudando. Para ser um "bom profissional", muitas pessoas trocam o lazer, por horas extras de estudo e trabalho prejudicando a saúde física e mental. Também há uma cultura do consumismo, uma "sociedade do descarte", onde alguns valores são abandonados, tudo gira em torno do trabalho. O sujeito perde sua identidade, pois tenta se adequar no que a sociedade capitalista impõe. Se torna prisioneiro deste sistema. 
           Com tanta "fome" pelo capital, o homem acaba, vivendo em torno desse ciclo, trabalhar para consumir, comprar, para se adaptar ao padrão da sociedade. Devido a isso, vem as consequências, o estresse, a perda de identidade, as doenças psicossomáticas, a depressão entre tantas outras. 
             É importante avaliar e repensar o estilo de vida. A procura de remédios vem crescendo para para amenizar problemas internos, sendo decorrentes do trabalho excessivo. Tente descansar no mínimo no final de semana, ter um tempo livre para fazer o que lhe dá prazer, conviver com pessoas, praticar atividades físicas, entre outras atividades que possam contribuir para o seu bem estar. Pode ser muito eficiente para a saúde física e psíquica. 

Psicólogas Rafaela A. Pedot e Taís Helena Kayser

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

DEPRESSÃO NA INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA E A DIFICULDADE NA APRENDIZAGEM

Compreende-se a depressão como uma doença que pode vir a prejudicar todo o desenvolvimento social, cognitivo e afetivo do sujeito e que pode ser contornada por meio de tratamento já na infância. Basta para isso, diagnosticar de forma correta e dar o devido encaminhamento, caso contrário, observa-se que o rendimento escolar e social pode ser afetado. Este assunto vem chamando a atenção de profissionais, pois pode iniciar na infância e adolescência, podendo evoluir para a vida adulta. Por estar em desenvolvimento, a criança e/ou o adolescente não têm capacidade para compreender o que lhes acontece internamente. Ocorrem ainda, grandes dificuldades no que se refere ao diagnóstico, pois o quadro traz a presença de comorbidades e os sintomas manifestam-se muitas vezes de forma mascarada, sendo mais freqüentes os seguintes: Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDH), baixa auto-estima, tristeza, medo, distúrbios do sono e baixo rendimento escolar. A depressão em crianças é mais difícil de ser diagnosticada, pois seus sintomas não são facilmente percebidos por pais e familiares e os mesmos podem ser confundidos com mal criação, mau humor, tristeza, pirraça e agressividade. O que diferencia a depressão, é a intensidade, a persistência e as mudanças em hábitos normais das atividades da criança. Por isso a escola e os pais necessitam ficar atentos aos sinais, e procurar ajuda profissional se for necessário.

Psicóloga Taís Helena Kayser